17 Comments:

magarça said...

São bonitas, luminosas e bem animadas!

tinta said...

essa passou-me ao lado e já não tive tempo de a apanhar

as flores, as janelas, as festas?

Joana Éme. said...

e que bonito poema que "somos".
;)

adoro os teus blogues, um a um. *-*

Luis said...

somos é porreiro

deviamos ser todos mais vezes


ps. eles também gostam de ti

jessica vega said...

saudades ...por fim sei como escrever de novo nos seus posts.

bjs
jessica

L said...

também tinha saudades de te sentir por aqui...

Cerejinha said...

E no dia em que "fecho a porta", venho aqui e sai-me uma rifa premiada :-)

L said...

esta também foi uma das várias vezes que fechei a porta

mas é da natureza das portas, abrir e fechar

jessica vega said...

continuo por aqui .... bjs

jessica vega said...

oie de novo ,,,

espero que continues nos festejando com as tuas poesias e pensamentos e sutilizas e ... com tudo que você carrega nelas .....

um inusitado 2010
beijo
jessica

Luis said...

bem hajas, Jessica

jessica vega said...

queria poder entrar nos teus laberintos ...sao tantos ...

Luis said...

È da natureza dos labirintos, serem abertos. Senão, seriam caixas.

jessica vega said...

vou adentrando ... pode deixar .... (bj)

Fipa said...

abandonast o blog?!

bemsalgado said...

Sendo o infinito uma tontería que ninguem conhece nem conheceu, cómo é que tu sabes que nâo alcanzam os teus bolsos para guarda-lo?

O zero, em troques, é muito popular e está ao alcance de maiorías.

E nâo te digo mais, porque...
quem sente muito, cala.

Luis said...

por tua causa, desenterrei-me um pouco por aqui. conforme ia andando

somos é porreiro
devíamos ser todos mais vezes

antes labirinto que caixa

e de resto calo-em também
é mais fácil falar quando não se sente

são aqueles momentos em que as coisas transparecem, é a mão, o abraço, a boca, os olhos, o riso, sei lá

não me saiu bem, foi o melhor que arranjei, agora, neste escritório a carregar com os dedos nestas teclas de plástico

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